2 de março de 2024

Especial Surfemais: ‘A historia do Surf Gaúcho não pode ser perdida’

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O Surfemais traz especial sobre a história do surf no Rio Grande do Sul, uma história contada por importantes personagens da atualidade que detalham a importância em manter viva a memória de algumas das gerações mais influentes na história do surf nacional. Rodrigo ‘Pedra’ Dornelles, Ki Fornari e Carlos Alberto Diehl reforçam a importância em manter vivo um legado e o alicerce para as futuras gerações do surf gaúcho

Uma terça feira um pouco atípica na correria de dia a dia normal de inverno no litoral norte riograndense. Em viagem de férias a cidade de Torres, durante três dias, a equipe do Surfemais conheceu alguns pontos turísticos do litoral norte gaúcho, como a praia e a Pedra da Guarita, a praia da Cal, os molhes de Torres e um passeio monitorado pelo exuberante parque de Itapeva, uma belíssima reserva ambiental estadual, estrangulada pelo crescimento e desenvolvimento, especialmente voltado para o turismo gaúcho.

Um convite feito a algumas das principais personalidades do surf gaúcho, como Tuca Gianotti, Evandro Gomes, Birica, Rodrigo ‘Pedra’ Dornelles e Ki Fornari, para visitar o Memorial do Surf de Torres, resultaram na informação de um professor de Escola de Surf na praia de Atlântida, em Xangri lá (RS), detinha um vasto material da história do surf riograndense, nacional e mundial.

Beto Diehl e sua incansável busca pelo reconhecimento

Beto Diehl na Escola Gaúcha de Surf, junto a uma dos maiores acervos da história do Surf Riograndense. Foto: Eduardo Rosa/Surfemais

Carlos Alberto Diehl, ou Beto Diehl, proprietário da Escola Gaúcha de Surf na praia de Atlântida, ao longo de seus quase 55 anos de idade, arregimentou um vasto material histórico, tanto particular, quanto através de doações e achados pelo litoral do estado e sul do Brasil, e hoje tentar manter viva a memória do surf gaúcho. O legado apresentado por Beto vai além de histórias contadas, mas acessórios que se não tivessem sido preservados, talvez tivessem se perdido no tempo.

A pandemia veio, enxugando seu orçamento e o sonho de resgatar e mostrar a todos, cada pedaço de um quebra cabeças invejável, que ao longo dos anos e décadas, vai se tornando cada vez mais obsoleto, mas imprescindível para marcar e contar a magnética, bem sucedida e invejável história de um estado que mostrou ao país e ao mundo, que faz parte integralmente, de algumas das melhores passagens do surf nacional.

Rodrigo Dornelles e Ki Fornari comentam a importância em se mater viva a memória do surf gaúcho

Entre tantos convites, o ex Top da Elite Mundial de Surf da World Surf League (WSL), Rodrigo ‘Pedra’ Dornelles – único surfista gaúcho a ascender esta posição até hoje – e o comunicador do grupo RBS e Rádio Atlântida FM, Ki Fornari, conseguiram se juntar a empreitada do Surfemais, em meio aos tantos compromissos de todos os convidados – fato normal naquela terça feira -, para uma conversa importante no Memorial do Surf de Torres.

Todos são unanimes em reconhecer a importância desta longa empreitada de suas histórias e de tantos outros surfistas gaúchos, de forma permanente e eficaz. E em breve, o Surfemais vai trazer tudo o que se passou naquele dia, cheio de surpresas e emoções. Por agora, um preview do que rolou nas entrevistas. Acompanhe as redes sociais do @surfe.mais no Instagram, bem como no Youtube para ver o vídeo completo.

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